um weblog sobre literatura, viagens, momentos, poesia, sobretudo, sobre a vida. enfim, um weblog com histórias dentro.

sábado, dezembro 30, 2006

in a manner of speaking - Nouvelle Vague

Estás aqui, sem estares. Gosto de encontrar repostas em ti. O teu corcodilo verde dá-me silêncios que ouço. Caminhar solitário numa rua mergulhada em sol ingrato.

terça-feira, dezembro 26, 2006

2007

The show must go on.

terça-feira, dezembro 19, 2006

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Afinal quebramos os dois.
É quase pecado deixar...
É quase pecado ignorar...

Toranja

terça-feira, dezembro 12, 2006

Ontem conheci uma correspondente do Le Monde. Mais tarde, conheci duas velhinhas, e um sem abrigo. Eu só conheço pessoas porreiras.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Arranquei-me o coração.
Os sentidos.
Arranquei-me desta vida.
Coloquei-me no invisível.

Desperdiço tempo, vontade e esperança.

quarta-feira, dezembro 06, 2006

No passado sábado fui à festa, porque a Ana está mais velha - está uma mulherzinha;) A Ana não se importou, mas a atracção principal da festa foi a casa-de-banho. Sim, a CASA-DE-BANHO. Era um verdadeiro rodopio em torno da CASA-DE-BANHO. E imaginem que todos que lá iam sabe-se lá fazer o quê, lembravam-se de mim. DE MIM. Porque era, de facto, a mais bonita casa-de-banho de sempre. Na parede de cada lavabo para cada sexo lá estava o PRINCIPEZINHO. Só confirma que o pequeno está sempre nas nossas vidas, seja qual for o momento ou o local. Quadros do Principezinho na casa-de-banho...nem a mim me passou pela cabeça...mas que fica bonito lá isso fica!

terça-feira, dezembro 05, 2006

Pulp - Disco 2000

E pronto. É isto.

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Só o que não nos pertence nos completa

[foi um daqueles filósofos que pensou]

domingo, dezembro 03, 2006

Paper dreams, honey.

sábado, dezembro 02, 2006

O sol que, hoje, a medo verte é ingrato com os que estão cabisbaixo.

quinta-feira, novembro 30, 2006

Num destes dias liguei a televisão na BBC e lá estavam, um entrevistado e o entrevistador. Não me lembro sequer sobre o que discutiam. O que quer que fosse não abonava nada a favor do entrevistado. O jornalista sobrepunha-se ao entrevistado, e este esperneava, não queria responder. E o jornalista teimava. E o outro respondia, contrafeito.
Isto para dizer, que se esta cena fosse filmada em Portugal, seria ao contrário: o jornalista contrafeito engolia as perguntas, porque o entrevistado esperneava arrogante e fugidiamente.
Considero a actual lei [sobre o aborto] equilibrada.
Marques Mendes

Como disse!?... Equilibrada!?

domingo, novembro 26, 2006

Portugal está ficar como uma árvore de Outono despida.
Mário Cesariny morreu, e eu morri hoje com ele.

Entre nós e as palavras há metal fundente,
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais últil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precípicio ...

you are welcome to Elsinore, Mário Cesariny

sábado, novembro 25, 2006

Hoje apercebi-me que a parte do crescer está ultrapassada. Acerca-se a parte do envelhecer. O que também é bonito, por natureza e excelência.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Segundo a Lusa, José Luís Peixoto avança para mais enredos melancólicos. Nas próximas segunda e terça-feira, o escritor de "Morreste-me", "A Criança em Ruínas", entre outras (excelentes) obras vai apresentar em Lisboa e no Porto "Cemitério de Pianos".
Nas palavras de José Luís Peixoto, neste romance, o tema central é a transcendência, na medida em que a morte não surge aqui como fim absoluto, mas para mostrar que- apesar dela - as pessoas continuam a existir naquilo que deixaram de si.
Não se admirem, se nos próximos tempos me transcender por aqui. Para já, vou-me rendendo a Pedro Paixão nos pequenos contos de um "Amor Portátil" [graças à Tânia].

quarta-feira, novembro 22, 2006

terça-feira, novembro 21, 2006

Back to reality.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Lisboa podia ser a namorada do Porto. Ou será que já é!? Ou é aquele tipo de amor-desamor!?

domingo, novembro 12, 2006

Como é bom receber o Amor em alegria.
Talvez se o Amor aqui estivesse todos os dias e todas as horas,
Passasse despercebido
[ou morresse mais depressa]
Assim, Ele caminha calmo como o vento sereno de uma manhã de Primavera
[estação de todo o ano]