Parabéns à pequena que lá vai caminhando, graciosa, como sabe ser...
[a falta que me vais fazer...que nos vais fazer]
sábado, março 31, 2007
quarta-feira, março 28, 2007
Parabéns...
...à tia única ou única tia!...
Quando anda, parece que baila. Quando fala, parece que canta. Quando abraça, parece que temos todo o mundo em nós.
Desejo que os dias sejam tão altos e bons quanto tu és.
Quando anda, parece que baila. Quando fala, parece que canta. Quando abraça, parece que temos todo o mundo em nós.
Desejo que os dias sejam tão altos e bons quanto tu és.
segunda-feira, março 26, 2007
domingo, março 25, 2007
Bang Bang
When snow melts, what does it become?
It becomes water, of course.
bzzt-bzzt, it becomes Spring!
My baby shot me down
It becomes water, of course.
bzzt-bzzt, it becomes Spring!
My baby shot me down
sexta-feira, março 23, 2007
A RTP tem andado muito defensiva...No desfecho de entrevistas, reportagens, pregam sempre o mesmo sermão... a televisão pública isto e aquilo, o serviço público, os (bons e melhores) critérios jornalísticos...bla, bla...mas para quê tanta justificação!?... hmmm...deixa adivinhar...
quarta-feira, março 21, 2007
À poesia
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Isto, Fernando Pessoa [quem mais...]
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Isto, Fernando Pessoa [quem mais...]
terça-feira, março 20, 2007
Da serenidade
domingo, março 11, 2007
11 de Março
Estava em Amesterdão, quando ouvi de Madrid, o estrondo do que seria o «grande atentado terrorista» na Europa. "Los terroristas", gritava Toni pelos corredores da Kiezel [residência de estudantes]. Apressámo-nos todos para a televisão da cozinha comum. As imagens atiçavam nos espanhóis lágrimas de desespero. Não demorou até os telemóveis se exibirem. "Que tal?". A resposta aparecia no ecran da "telé". Palmadas nas costas, dos que longe da pátria, versavam tormentos. E nós, com preocupação «colateral» animavamos como podíamos os amigos. "No passa nada". "Graças a Deus", suspiravam muitos. Passou. Mas a frase de Toni ficou na memória, que a páginas tantas disse: "Puez que es normal, tenemos la ETA".
quarta-feira, março 07, 2007
domingo, março 04, 2007
sábado, março 03, 2007
Salas de consumo assistido
O tema está lançado. Parece-me que a sociedade portuguesa tem um novo assunto nas mãos e não pode escapar ao diálogo. A toxicodependência é um dos grandes problemas sociais e a todos diz respeito. Não admira que as salas de consumo assistido - vulgo salas de chuto - se possam posicionar no mesmo patamar que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), e conhecer o seu juízo final em referendo (!?). A Organização das Nações Unidas (ONU) tem parecer desfavorável, como demonstrou na passada quinta-feira através do relatório elaborado pelo Órgão Internacional de Controlo de Estupefacientes (OICE) - dependente da ONU. No entanto, Júlio Pardo, profissional de saúde espanhol, que integra a Organização dos Médicos doMundo (OMM), esteve ontem no Porto, para dar a conhecer o exemplo de Bilbau, Espanha - onde se localiza aquela que foi a primeira sala de consumo assistido na Peninsula Ibérica -, e ressaltou os benefícios dos centros para inalação/injecção assistidos.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
80 anos
sábado, fevereiro 24, 2007
Obrigada Paula
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
Hey Jude, The Beatles
Às vezes vemos os dias às avessas. O tempo anda a uma velocidade alucinante. Rápido demais para corações frágeis. O tecto cá em baixo e o chão lá em cima. Não é suposto!
Resta-nos a sensatez de frases abertas, pensar...isto passa, passa sempre...ou então vasculhar músicas que nos dizem alguma coisa. Gritar com elas. Ou com ela:
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her into your heart
E lembramos sempre. Escorremos a torrente de água calejada numa cara de abandono. Basta - tenta-se impingir. E forçamos uma verdade necessária.
Than you can start to make it better Hey Jude don't be afraid, You were made to go out and get her, The minute you let her under your skin, Then you begin to make it better
E navega-se. Só. Vivemos cá dentro, tomamos as vitaminas de umas saídas e injecta-se copos...para esquecer...dizem os conselhos. Os mesmos que percorreram a maratona da dor.
And any time you feel the pain, Hey Jude, Don't carry the world upon your shoulders, For well you know that it's a fool who plays it cool, By making his world a little colder, Da da da da....
E tudo se aclara. Sacode-se o mundo. Afinal, o problema reside mesmo na bola azul, onde convivem, sem agrado, diferentes regras, cores, cabeças. Vomita-se o pior, abraçam-se novos cheiros.
Hey Jude don't let me down, You have found her now go and get her, Remember to let her into your heart, Then you can start to make it better
A poção mágica. Vá lá, faz a vontade aos conselhos, ou eles chateiam-se de ti...
So let it out and let it in Hey Jude begin,You're waiting for someone to perform with, And don't you know that it's just you, Hey Jude you'll doThe movement you need is on your shoulder Da da da da ...
Rendemo-nos à clarividência do outro. Reza-se por ai. Apresentam-nos uma tabela com o bom e o mau. A loucura é sempre nossa. And don't you know it's just you. Oh Judes do mundo, no fim, somos sempre nós. Sós. E não sabíamos.
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her under your skin, Then you'll begin to make it better better better Da da da da da da da... Hey Jude...
Resta um último grito de dor. Cuspir tudo cá para fora. E sim, e lembra-te, o mundo não foi feito para estar pousado nos teus ombros, antes, para tu estares pousado no mundo. Só tu. E assim farás melhor. Diz-se.
Resta-nos a sensatez de frases abertas, pensar...isto passa, passa sempre...ou então vasculhar músicas que nos dizem alguma coisa. Gritar com elas. Ou com ela:
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her into your heart
E lembramos sempre. Escorremos a torrente de água calejada numa cara de abandono. Basta - tenta-se impingir. E forçamos uma verdade necessária.
Than you can start to make it better Hey Jude don't be afraid, You were made to go out and get her, The minute you let her under your skin, Then you begin to make it better
E navega-se. Só. Vivemos cá dentro, tomamos as vitaminas de umas saídas e injecta-se copos...para esquecer...dizem os conselhos. Os mesmos que percorreram a maratona da dor.
And any time you feel the pain, Hey Jude, Don't carry the world upon your shoulders, For well you know that it's a fool who plays it cool, By making his world a little colder, Da da da da....
E tudo se aclara. Sacode-se o mundo. Afinal, o problema reside mesmo na bola azul, onde convivem, sem agrado, diferentes regras, cores, cabeças. Vomita-se o pior, abraçam-se novos cheiros.
Hey Jude don't let me down, You have found her now go and get her, Remember to let her into your heart, Then you can start to make it better
A poção mágica. Vá lá, faz a vontade aos conselhos, ou eles chateiam-se de ti...
So let it out and let it in Hey Jude begin,You're waiting for someone to perform with, And don't you know that it's just you, Hey Jude you'll doThe movement you need is on your shoulder Da da da da ...
Rendemo-nos à clarividência do outro. Reza-se por ai. Apresentam-nos uma tabela com o bom e o mau. A loucura é sempre nossa. And don't you know it's just you. Oh Judes do mundo, no fim, somos sempre nós. Sós. E não sabíamos.
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her under your skin, Then you'll begin to make it better better better Da da da da da da da... Hey Jude...
Resta um último grito de dor. Cuspir tudo cá para fora. E sim, e lembra-te, o mundo não foi feito para estar pousado nos teus ombros, antes, para tu estares pousado no mundo. Só tu. E assim farás melhor. Diz-se.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
O Correio da Manhã avançou hoje que um administrador da REFER terá sido despedido, indemnizado, e, novamente contratado, para exercer funções na RAVE - outra empresa da CP.
É só mesmo isto. Não tenho mais palavras.
É só mesmo isto. Não tenho mais palavras.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
- Sim 59,2
- Não 40,7
- Abst. 56,4
- Nulos/Brancos 8,8
in O Primeiro de Janeiro
Confesso que fiquei surpreendida (e satisfeita) pelo SIM ter ganho. Contava que mais uma vez, num país triste, folhas de desenvolvimento continuassem a cair, porque temos paredes demasiado altas para avistar o horizonte. Seja como for, não era motivo para festejar. Impressionou-me as palmas e as bandeiras, como se de uma partida de futebol se tratasse. A partir de agora o SIM só terá valor se se fizer alguma coisa por ele, e no sentido contrário a ele. Do mesmo modo que são precisas clínicas devidamente autorizadas e legais para combater o aborto clandestino, é preciso apostar e acarinhar a maternidade com subsídios em condições.
Para a abstenção, para aqueles que se estiveram nas tintas, uma nota que vem escrita no Apocalipse:
Amaldiçoo-te porque não és frio, nem és quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, vomitar-te-ei da minha boca.
- Não 40,7
- Abst. 56,4
- Nulos/Brancos 8,8
in O Primeiro de Janeiro
Confesso que fiquei surpreendida (e satisfeita) pelo SIM ter ganho. Contava que mais uma vez, num país triste, folhas de desenvolvimento continuassem a cair, porque temos paredes demasiado altas para avistar o horizonte. Seja como for, não era motivo para festejar. Impressionou-me as palmas e as bandeiras, como se de uma partida de futebol se tratasse. A partir de agora o SIM só terá valor se se fizer alguma coisa por ele, e no sentido contrário a ele. Do mesmo modo que são precisas clínicas devidamente autorizadas e legais para combater o aborto clandestino, é preciso apostar e acarinhar a maternidade com subsídios em condições.
Para a abstenção, para aqueles que se estiveram nas tintas, uma nota que vem escrita no Apocalipse:
Amaldiçoo-te porque não és frio, nem és quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, vomitar-te-ei da minha boca.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
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