Há auto-estradas e há nacionais.
[as meninas que brincam às palavras pela noite dentro]
um weblog sobre literatura, viagens, momentos, poesia, sobretudo, sobre a vida. enfim, um weblog com histórias dentro.
quinta-feira, junho 28, 2007
domingo, junho 24, 2007
junho das avessas
o céu está a bombardear o mundo do lado de fora das persianas. a adulterar um junho às avessas. gotas magoam quando caem. sem que folha, pedra, ou animal riposte a antipatia do mês, da estação. o céu está cinzento-quase-branco, e reflecte num paralelismo absurdo e desnecessário, um cinzento-quase-branco para a superfície da terra. das almas.
sábado, junho 23, 2007
saint john
sexta-feira, junho 22, 2007
certeiro
multiplicam-se os sinais de que já se começa a governar mais com os olhos nas eleições de 2009 do que naquilo que se deve fazer
José Manuel Fernandes, in Público, 22 de Junho de 2007
José Manuel Fernandes, in Público, 22 de Junho de 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos. Atingirás assim o ponto supremo da abstenção sonhadora, onde os sentimentos se mesclam, os sentimentos se extravasam, as ideias se interpenetram (…) Quebram-se os laços que, ao mesmo tempo que ligavam tudo, separavam tudo, isolando cada elemento. Tudo se funde e confunde.
Fernando Pessoa
[este homem muitas bofetadas me dá]
Fernando Pessoa
[este homem muitas bofetadas me dá]
segunda-feira, junho 11, 2007
...é também porque o homem receia todas as novidades que não se sente à altura de afrontar e cujo desfecho é imprevisível. Só aquele que espera tudo, que nada exclui, nem mesmo o enigma, viverá, como fazendo parte da vida, as relações de homem para homem, indo ao mesmo tempo ao limite da sua própria vida. Se imaginarmos a vida do indivíduo como um quarto maior ou menor, torna-se evidente que quase todos aprendem apenas a conhecer um canto desse quarto, aquele lugar em frente da janela, aquele raio em que se movem, e onde encontram uma relativa segurança...
Rainer Maria Rilke, in Cartas a Um Jovem Poeta
Rainer Maria Rilke, in Cartas a Um Jovem Poeta
domingo, junho 10, 2007

[Lisboa, 2006]
Dentro de um mundo, muitos outros mundos. A fotografia é brisa no meu caminho. Aqui. A melhorar.
quinta-feira, junho 07, 2007
sexta-feira, junho 01, 2007
A exposição do fotojornalista Paulo Pimenta - mais conhecido por dennis, o pimentinha [:)] - está em video do youtube no seu weblog...aqui. muito FIXE.
sábado, maio 26, 2007
a piada
O funcionário da DREN foi suspenso pela «piada» que disse sobre o nosso primeiro...
minha gente, cuidado com os ajuntamentos...
minha gente, cuidado com os ajuntamentos...
terça-feira, maio 22, 2007
e ao anoitecer
E ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão deixas viver sobre a pele uma criança de lume e na fria lava da noite ensinas ao corpo a paciência o amor o abandono das palavras o silêncio e a difícil arte da melancolia
Al Berto
[e ao anoitecer esfrio-me com os sonhos que batem a calçada da mente, que arruínam o presente, que despertam revoluções]
Al Berto
[e ao anoitecer esfrio-me com os sonhos que batem a calçada da mente, que arruínam o presente, que despertam revoluções]
sexta-feira, maio 18, 2007
meme
- Laços?- Sim, laços - disse a raposa - Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo...
- Parece-me que estou a começar a perceber - disse o principezinho. - Sabes, há uma certa flor... tenho a impressão que estou preso a ela...
- É bem possível - disse a raposa. - Vê-se cada coisa cá na Terra...
[O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry]
"Um meme é um «gene cultural» que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou aos teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma."
Desafio:
- primeiro-esquerdo
- a minha varanda
- crocodilo
- dilúculo
- jornada
quarta-feira, maio 09, 2007
Depois de um dia de trabalho resta afundar no sofá...e as questões familiares. Ou a questão familiar. E essa tem nome - o mano.
Mana estendida no sofá pronta para as sua séries favoritas. Mano aproxima-se. Mana desconfia (o que será desta vez).
- Mana, como nascem as orelhas, cabelo, olhos, mãos, cara, tudo, tudo...
[ok...ele tem 5 anos...ele não vai fazer a pergunta. Mana decide ignorar mano]
- Mana como nascem os meninos, eu e tu?
[fixe..o mano tem 5 anos e fez a pergunta, e eu tinha-me comprometido a mim mesma contar a verdade quando o mano decide-se perguntar...mas tãaaooo cedo]
- oh çalinho, amanhã a mana responde, agora está a dar a série preferida da mana...
[o problema ficou assim adiado...se alguém tiver sugestões de histórias de como contar, partilhem, a gerência agradecia...]
Mana estendida no sofá pronta para as sua séries favoritas. Mano aproxima-se. Mana desconfia (o que será desta vez).
- Mana, como nascem as orelhas, cabelo, olhos, mãos, cara, tudo, tudo...
[ok...ele tem 5 anos...ele não vai fazer a pergunta. Mana decide ignorar mano]
- Mana como nascem os meninos, eu e tu?
[fixe..o mano tem 5 anos e fez a pergunta, e eu tinha-me comprometido a mim mesma contar a verdade quando o mano decide-se perguntar...mas tãaaooo cedo]
- oh çalinho, amanhã a mana responde, agora está a dar a série preferida da mana...
[o problema ficou assim adiado...se alguém tiver sugestões de histórias de como contar, partilhem, a gerência agradecia...]
Maddie missing...
Não é altura para se falar em falta de responsabilidade. Talvez nem seja o caso. Pais portugueses são, invariavelmente, diferentes de pais ingleses, ou outros nórdicos - basta rumar a Norte de Portugal e o figurino muda de contornos. E coisas diferentes não se comparam. Do mesmo modo, a actuação da polícia britânica, em casos semelhantes, em Inglaterra, que sacia os jornalistas com todo o tipo de informações, não pode ser comparada com a da portuguesa. E os ingleses têm que meter isto na cabeça. Lá é diferente de cá. Se há o verso, há, consequentemente, o inverso. Podem resmungar contra, tudo bem! Agora:
Resmungar que a (pouca) informação é libertada em português, isso é outra coisa. Apetece soltar um «duuuhhh»...se fosse ao contrário, pergunto eu - jornalistas portugueses na Great Britain, a autoridade inglesa iria traduzir!?
A resposta é transparente como a água.
Resmungar que a (pouca) informação é libertada em português, isso é outra coisa. Apetece soltar um «duuuhhh»...se fosse ao contrário, pergunto eu - jornalistas portugueses na Great Britain, a autoridade inglesa iria traduzir!?
A resposta é transparente como a água.
quarta-feira, maio 02, 2007
terça-feira, maio 01, 2007
Cântico Negro, de José Régio
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços, E nunca vou por ali...
A minha glória é esta: Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí... Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
[estou feliz. muito feliz.]
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços, E nunca vou por ali...
A minha glória é esta: Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí... Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
[estou feliz. muito feliz.]
segunda-feira, abril 30, 2007
domingo, abril 29, 2007
Le Fabuleux Destin d'Joana...
Foi um tiro em Paris. Por Paris e por ela. Ver Paris é sair da aldeia. E se não fosse por ela, eu perdia-me. Tanta luz, tanta gente, tanta vida...daquela que quase foge da memória. Viver em cidades desertas, sobretudo à noite, faz esquecer o expoente da loucura que outras cidades pintam. Não fosse o meu estômago adulterar-me, o tiro podia ser mais certeiro, mas foi dos mais felizes dias deste ano para mim. Paris é lindo. Mas não basta dizer isto, é preciso descrever, porque a cidade merece mais, do que uma frase vazia. O RER - comboio - corre não devagar, não de força, e a Torre Eiffel, espreita com um prateado cintilante a sair-lhe do vestido. O senhor e o miúdo entram no RER com as concertinas, e tornam Paris mais Paris. Não é cliché, é verdade. Há bicicletas e boinas. Há aquela música parisiense de fundo. Há o sorriso do miúdo quando se bota para o copo os cinquenta cêntimos. Há gente bonita, a exibir-se num Paris sem modéstia. Numa correria só. Chega a parecer uma orquestra sintonizada. O Sena atravessa como uma faca a cidade. Há beijos que o percorrem numa Primavera que parece um Verão quente. Há gente nas ruas. Nas pontes. Na ponte das Artes. Há sorrisos bonitos. Amigos unidos. Conhecidos e desconhecidos. Há Paris e há o Sena. Também há o Louvre. O famoso. A monalisa ou a gioconda espeta um olhar de soslaio aos visitantes. Tão desejada esta mulher e das obras mais pequenas que o Louvre oferece. Existem também os olhos aguçados do Notre Dame, e espectáculos na rua. E as pessoas na rua. É a festa da vida. Em Paris. Sem esquecer o exuberante Moulin Rouge. E o doce café da Amélie Poulain. Em Momatre. Sobe-se a colina, e descobre-se as magníficas vistas da cidade. Vê-se as setas amarelas do caminho de Santiago que a mim muito me diz. E sobra o quarto, onde passei mais tempo do que o devido, porque o estômago adulterou-me. Mas, sobretudo, sobra a amizade pela amiga europeia, do mundo. Por ter percorrido autocarros e comboios comigo. No Porto e em Paris.
quarta-feira, abril 25, 2007
já está anotado no livro das recordações...
Mano para a mãe:
- A sala está bonita, mas faltam umas coisas na jarra!
Mãe para o mano:
- Ah!?
Mano:
- Fogo, parece que estou a falar brasileiro...
:)
- A sala está bonita, mas faltam umas coisas na jarra!
Mãe para o mano:
- Ah!?
Mano:
- Fogo, parece que estou a falar brasileiro...
:)
domingo, abril 22, 2007
...

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.
Em torno era Primavera, o sonho de um poeta.
Tão linda esta estória do simples e visionário Jorge Amado. A cada Primavera a decalco na cabeça, na memória, na estante, em todo o sítio...não pode ser esquecida, apenas lembrada. E, nesta Primavera, a estória quase escorregava nas artimanhas dos dias. Numa folga, a memória abriu a janela na minha cabeça do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá. Porque, O mundo só vai prestar, Para nele se viver, No dia em que a gente ver, Um maltês casar Com uma alegre andorinha, Saindo os dois a voar, O noivo e sua noivinha, Dom Gato e Dona Andorinha.
Quando acabar 'A Floresta' de Sophia, vou partilhar o Malhado e a Sinhá com o mano.
quinta-feira, abril 19, 2007
sábado, abril 14, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
terça-feira, abril 10, 2007
sábado, abril 07, 2007
sábado, março 31, 2007
we can be heroes...
Parabéns à pequena que lá vai caminhando, graciosa, como sabe ser...
[a falta que me vais fazer...que nos vais fazer]
[a falta que me vais fazer...que nos vais fazer]
quarta-feira, março 28, 2007
Parabéns...
...à tia única ou única tia!...
Quando anda, parece que baila. Quando fala, parece que canta. Quando abraça, parece que temos todo o mundo em nós.
Desejo que os dias sejam tão altos e bons quanto tu és.
Quando anda, parece que baila. Quando fala, parece que canta. Quando abraça, parece que temos todo o mundo em nós.
Desejo que os dias sejam tão altos e bons quanto tu és.
segunda-feira, março 26, 2007
domingo, março 25, 2007
Bang Bang
When snow melts, what does it become?
It becomes water, of course.
bzzt-bzzt, it becomes Spring!
My baby shot me down
It becomes water, of course.
bzzt-bzzt, it becomes Spring!
My baby shot me down
sexta-feira, março 23, 2007
A RTP tem andado muito defensiva...No desfecho de entrevistas, reportagens, pregam sempre o mesmo sermão... a televisão pública isto e aquilo, o serviço público, os (bons e melhores) critérios jornalísticos...bla, bla...mas para quê tanta justificação!?... hmmm...deixa adivinhar...
quarta-feira, março 21, 2007
À poesia
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Isto, Fernando Pessoa [quem mais...]
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Isto, Fernando Pessoa [quem mais...]
terça-feira, março 20, 2007
Da serenidade
domingo, março 11, 2007
11 de Março
Estava em Amesterdão, quando ouvi de Madrid, o estrondo do que seria o «grande atentado terrorista» na Europa. "Los terroristas", gritava Toni pelos corredores da Kiezel [residência de estudantes]. Apressámo-nos todos para a televisão da cozinha comum. As imagens atiçavam nos espanhóis lágrimas de desespero. Não demorou até os telemóveis se exibirem. "Que tal?". A resposta aparecia no ecran da "telé". Palmadas nas costas, dos que longe da pátria, versavam tormentos. E nós, com preocupação «colateral» animavamos como podíamos os amigos. "No passa nada". "Graças a Deus", suspiravam muitos. Passou. Mas a frase de Toni ficou na memória, que a páginas tantas disse: "Puez que es normal, tenemos la ETA".
quarta-feira, março 07, 2007
domingo, março 04, 2007
sábado, março 03, 2007
Salas de consumo assistido
O tema está lançado. Parece-me que a sociedade portuguesa tem um novo assunto nas mãos e não pode escapar ao diálogo. A toxicodependência é um dos grandes problemas sociais e a todos diz respeito. Não admira que as salas de consumo assistido - vulgo salas de chuto - se possam posicionar no mesmo patamar que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), e conhecer o seu juízo final em referendo (!?). A Organização das Nações Unidas (ONU) tem parecer desfavorável, como demonstrou na passada quinta-feira através do relatório elaborado pelo Órgão Internacional de Controlo de Estupefacientes (OICE) - dependente da ONU. No entanto, Júlio Pardo, profissional de saúde espanhol, que integra a Organização dos Médicos doMundo (OMM), esteve ontem no Porto, para dar a conhecer o exemplo de Bilbau, Espanha - onde se localiza aquela que foi a primeira sala de consumo assistido na Peninsula Ibérica -, e ressaltou os benefícios dos centros para inalação/injecção assistidos.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
80 anos
sábado, fevereiro 24, 2007
Obrigada Paula
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
Hey Jude, The Beatles
Às vezes vemos os dias às avessas. O tempo anda a uma velocidade alucinante. Rápido demais para corações frágeis. O tecto cá em baixo e o chão lá em cima. Não é suposto!
Resta-nos a sensatez de frases abertas, pensar...isto passa, passa sempre...ou então vasculhar músicas que nos dizem alguma coisa. Gritar com elas. Ou com ela:
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her into your heart
E lembramos sempre. Escorremos a torrente de água calejada numa cara de abandono. Basta - tenta-se impingir. E forçamos uma verdade necessária.
Than you can start to make it better Hey Jude don't be afraid, You were made to go out and get her, The minute you let her under your skin, Then you begin to make it better
E navega-se. Só. Vivemos cá dentro, tomamos as vitaminas de umas saídas e injecta-se copos...para esquecer...dizem os conselhos. Os mesmos que percorreram a maratona da dor.
And any time you feel the pain, Hey Jude, Don't carry the world upon your shoulders, For well you know that it's a fool who plays it cool, By making his world a little colder, Da da da da....
E tudo se aclara. Sacode-se o mundo. Afinal, o problema reside mesmo na bola azul, onde convivem, sem agrado, diferentes regras, cores, cabeças. Vomita-se o pior, abraçam-se novos cheiros.
Hey Jude don't let me down, You have found her now go and get her, Remember to let her into your heart, Then you can start to make it better
A poção mágica. Vá lá, faz a vontade aos conselhos, ou eles chateiam-se de ti...
So let it out and let it in Hey Jude begin,You're waiting for someone to perform with, And don't you know that it's just you, Hey Jude you'll doThe movement you need is on your shoulder Da da da da ...
Rendemo-nos à clarividência do outro. Reza-se por ai. Apresentam-nos uma tabela com o bom e o mau. A loucura é sempre nossa. And don't you know it's just you. Oh Judes do mundo, no fim, somos sempre nós. Sós. E não sabíamos.
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her under your skin, Then you'll begin to make it better better better Da da da da da da da... Hey Jude...
Resta um último grito de dor. Cuspir tudo cá para fora. E sim, e lembra-te, o mundo não foi feito para estar pousado nos teus ombros, antes, para tu estares pousado no mundo. Só tu. E assim farás melhor. Diz-se.
Resta-nos a sensatez de frases abertas, pensar...isto passa, passa sempre...ou então vasculhar músicas que nos dizem alguma coisa. Gritar com elas. Ou com ela:
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her into your heart
E lembramos sempre. Escorremos a torrente de água calejada numa cara de abandono. Basta - tenta-se impingir. E forçamos uma verdade necessária.
Than you can start to make it better Hey Jude don't be afraid, You were made to go out and get her, The minute you let her under your skin, Then you begin to make it better
E navega-se. Só. Vivemos cá dentro, tomamos as vitaminas de umas saídas e injecta-se copos...para esquecer...dizem os conselhos. Os mesmos que percorreram a maratona da dor.
And any time you feel the pain, Hey Jude, Don't carry the world upon your shoulders, For well you know that it's a fool who plays it cool, By making his world a little colder, Da da da da....
E tudo se aclara. Sacode-se o mundo. Afinal, o problema reside mesmo na bola azul, onde convivem, sem agrado, diferentes regras, cores, cabeças. Vomita-se o pior, abraçam-se novos cheiros.
Hey Jude don't let me down, You have found her now go and get her, Remember to let her into your heart, Then you can start to make it better
A poção mágica. Vá lá, faz a vontade aos conselhos, ou eles chateiam-se de ti...
So let it out and let it in Hey Jude begin,You're waiting for someone to perform with, And don't you know that it's just you, Hey Jude you'll doThe movement you need is on your shoulder Da da da da ...
Rendemo-nos à clarividência do outro. Reza-se por ai. Apresentam-nos uma tabela com o bom e o mau. A loucura é sempre nossa. And don't you know it's just you. Oh Judes do mundo, no fim, somos sempre nós. Sós. E não sabíamos.
Hey Jude don't make it bad, Take a sad song and make it better, Remember to let her under your skin, Then you'll begin to make it better better better Da da da da da da da... Hey Jude...
Resta um último grito de dor. Cuspir tudo cá para fora. E sim, e lembra-te, o mundo não foi feito para estar pousado nos teus ombros, antes, para tu estares pousado no mundo. Só tu. E assim farás melhor. Diz-se.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
O Correio da Manhã avançou hoje que um administrador da REFER terá sido despedido, indemnizado, e, novamente contratado, para exercer funções na RAVE - outra empresa da CP.
É só mesmo isto. Não tenho mais palavras.
É só mesmo isto. Não tenho mais palavras.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
- Sim 59,2
- Não 40,7
- Abst. 56,4
- Nulos/Brancos 8,8
in O Primeiro de Janeiro
Confesso que fiquei surpreendida (e satisfeita) pelo SIM ter ganho. Contava que mais uma vez, num país triste, folhas de desenvolvimento continuassem a cair, porque temos paredes demasiado altas para avistar o horizonte. Seja como for, não era motivo para festejar. Impressionou-me as palmas e as bandeiras, como se de uma partida de futebol se tratasse. A partir de agora o SIM só terá valor se se fizer alguma coisa por ele, e no sentido contrário a ele. Do mesmo modo que são precisas clínicas devidamente autorizadas e legais para combater o aborto clandestino, é preciso apostar e acarinhar a maternidade com subsídios em condições.
Para a abstenção, para aqueles que se estiveram nas tintas, uma nota que vem escrita no Apocalipse:
Amaldiçoo-te porque não és frio, nem és quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, vomitar-te-ei da minha boca.
- Não 40,7
- Abst. 56,4
- Nulos/Brancos 8,8
in O Primeiro de Janeiro
Confesso que fiquei surpreendida (e satisfeita) pelo SIM ter ganho. Contava que mais uma vez, num país triste, folhas de desenvolvimento continuassem a cair, porque temos paredes demasiado altas para avistar o horizonte. Seja como for, não era motivo para festejar. Impressionou-me as palmas e as bandeiras, como se de uma partida de futebol se tratasse. A partir de agora o SIM só terá valor se se fizer alguma coisa por ele, e no sentido contrário a ele. Do mesmo modo que são precisas clínicas devidamente autorizadas e legais para combater o aborto clandestino, é preciso apostar e acarinhar a maternidade com subsídios em condições.
Para a abstenção, para aqueles que se estiveram nas tintas, uma nota que vem escrita no Apocalipse:
Amaldiçoo-te porque não és frio, nem és quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, vomitar-te-ei da minha boca.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
sábado, fevereiro 03, 2007
Picheleiro vs. M. da Educação
Coitado do sr. Manuel, picheleiro, que ia fazer um serviço ali prós lados da Câmara do Porto...não fosse a sra. ministra da Educação estar pró mesmo lado em reunião [of course], o sr. Manuel teria feito o seu serviço.
Mas o barulho martelado, sem fim, da broca na parede era um incómodo para a sra. ministra. E reuniões de brainstorming não se interropem assim de qualquer jeito.
Tenha lá paciência sr. Manuel...volte segunda, e faça o serviço que não requer tal brainstorming. Qual brainstorming, qual carapuça...quem vai pagar o transporte e o tempo [outra vez] do sr. Manuel!?...Não se preocupe com isso vá tomar um cafezinho, depois a gente fala...
Mas o barulho martelado, sem fim, da broca na parede era um incómodo para a sra. ministra. E reuniões de brainstorming não se interropem assim de qualquer jeito.
Tenha lá paciência sr. Manuel...volte segunda, e faça o serviço que não requer tal brainstorming. Qual brainstorming, qual carapuça...quem vai pagar o transporte e o tempo [outra vez] do sr. Manuel!?...Não se preocupe com isso vá tomar um cafezinho, depois a gente fala...
Movimento Inter-reformados pelo sim
A minha mente anda formatada acima do que deveria andar [culpa minha].
Na Baixa do Porto, um grupo de velhinhos aproxima-se e entrega-me o seu papel de campanha da IVG...e eu pensei logo... velhinhos, católicos, igreja, não....peguei no papel por educação, e li um grande SIM e dez razões pelo SIM ao referendo que se aproxima. Devo dizer que foi um momento de satisfação...
[apesar dos debates correrem magrinhos de esclarecimento e cansarem um pouco]
Na Baixa do Porto, um grupo de velhinhos aproxima-se e entrega-me o seu papel de campanha da IVG...e eu pensei logo... velhinhos, católicos, igreja, não....peguei no papel por educação, e li um grande SIM e dez razões pelo SIM ao referendo que se aproxima. Devo dizer que foi um momento de satisfação...
[apesar dos debates correrem magrinhos de esclarecimento e cansarem um pouco]
quarta-feira, janeiro 31, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
sexta-feira, janeiro 19, 2007
quarta-feira, janeiro 17, 2007
O lixo dos famosos
A Pública dedica uma página ao lixo dos famosos. Ou seja, na coluna, a revista dá a conhecer o melhor (ou pior) do que atiram os famosos para o caixote do que já passou do prazo. No domingo a personagem-alvo era o Harold Reagon - o nome dispensa apresentações. E, voilá, o famoso tinha um bilhete da lotaria no cesto do lixo. Paradoxos da vida!
quarta-feira, janeiro 10, 2007
O pensamento
Tinha dois caminhos.
Escolhi o menos percorrido.
E isso fez toda a diferença.
Robert Froust
Escolhi o menos percorrido.
E isso fez toda a diferença.
Robert Froust
domingo, janeiro 07, 2007
Miyazaki e Kitano
Estou perdidamente apaixonada por filmes japoneses e mais ainda pelos realizadores. Hayao Miyazaki e Takeshi Kitano são os responsáveis. Uma ternura cada segundo de cada película. Pena que seja tão pouco editado em Portugal. Se tiverem oportunidade leiam na wikipédia acerca daqueles dois fascinantes homens e procurem na net os filmes.
quarta-feira, janeiro 03, 2007
sábado, dezembro 30, 2006
terça-feira, dezembro 26, 2006
terça-feira, dezembro 19, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
terça-feira, dezembro 12, 2006
Ontem conheci uma correspondente do Le Monde. Mais tarde, conheci duas velhinhas, e um sem abrigo. Eu só conheço pessoas porreiras.
sexta-feira, dezembro 08, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
No passado sábado fui à festa, porque a Ana está mais velha - está uma mulherzinha;) A Ana não se importou, mas a atracção principal da festa foi a casa-de-banho. Sim, a CASA-DE-BANHO. Era um verdadeiro rodopio em torno da CASA-DE-BANHO. E imaginem que todos que lá iam sabe-se lá fazer o quê, lembravam-se de mim. DE MIM. Porque era, de facto, a mais bonita casa-de-banho de sempre. Na parede de cada lavabo para cada sexo lá estava o PRINCIPEZINHO. Só confirma que o pequeno está sempre nas nossas vidas, seja qual for o momento ou o local. Quadros do Principezinho na casa-de-banho...nem a mim me passou pela cabeça...mas que fica bonito lá isso fica!
terça-feira, dezembro 05, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
domingo, dezembro 03, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
Num destes dias liguei a televisão na BBC e lá estavam, um entrevistado e o entrevistador. Não me lembro sequer sobre o que discutiam. O que quer que fosse não abonava nada a favor do entrevistado. O jornalista sobrepunha-se ao entrevistado, e este esperneava, não queria responder. E o jornalista teimava. E o outro respondia, contrafeito.
Isto para dizer, que se esta cena fosse filmada em Portugal, seria ao contrário: o jornalista contrafeito engolia as perguntas, porque o entrevistado esperneava arrogante e fugidiamente.
Isto para dizer, que se esta cena fosse filmada em Portugal, seria ao contrário: o jornalista contrafeito engolia as perguntas, porque o entrevistado esperneava arrogante e fugidiamente.
domingo, novembro 26, 2006
Portugal está ficar como uma árvore de Outono despida.
Mário Cesariny morreu, e eu morri hoje com ele.
Entre nós e as palavras há metal fundente,
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais últil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precípicio ...
you are welcome to Elsinore, Mário Cesariny
Mário Cesariny morreu, e eu morri hoje com ele.
Entre nós e as palavras há metal fundente,
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais últil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precípicio ...
you are welcome to Elsinore, Mário Cesariny
sábado, novembro 25, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
Segundo a Lusa, José Luís Peixoto avança para mais enredos melancólicos. Nas próximas segunda e terça-feira, o escritor de "Morreste-me", "A Criança em Ruínas", entre outras (excelentes) obras vai apresentar em Lisboa e no Porto "Cemitério de Pianos".
Nas palavras de José Luís Peixoto, neste romance, o tema central é a transcendência, na medida em que a morte não surge aqui como fim absoluto, mas para mostrar que- apesar dela - as pessoas continuam a existir naquilo que deixaram de si.
Não se admirem, se nos próximos tempos me transcender por aqui. Para já, vou-me rendendo a Pedro Paixão nos pequenos contos de um "Amor Portátil" [graças à Tânia].
Nas palavras de José Luís Peixoto, neste romance, o tema central é a transcendência, na medida em que a morte não surge aqui como fim absoluto, mas para mostrar que- apesar dela - as pessoas continuam a existir naquilo que deixaram de si.
Não se admirem, se nos próximos tempos me transcender por aqui. Para já, vou-me rendendo a Pedro Paixão nos pequenos contos de um "Amor Portátil" [graças à Tânia].
quarta-feira, novembro 22, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
segunda-feira, novembro 20, 2006
domingo, novembro 12, 2006
sábado, novembro 11, 2006
Hoje ouvi na TSF uma música de Sérgio Godinho, nunca dantes por mim ouvida. Soltava-se assim:
...amor, amor, amor....
e depois, o músico sobrepunha:..da morte volta sempre em vida...
...amor, amor, amor....
e depois, o músico sobrepunha:..da morte volta sempre em vida...
sexta-feira, novembro 10, 2006
O semestre mais proveitoso da minha licenciatura foi o primeiro semestre do 4º ano. O professor de jornalismo era/é um grande jornalista e professor ligado ao meio da comunicação social. Recordo-me de explicar, na sala de aula, muitas e tantas vezes , que o editor num jornal tem o papel de conselheiro, de comandante, que se caracteriza por um espírito de entreajuda. Das duas uma: ou eu percebi tudo mal, ou isto na prática funciona de modo diferente.
quinta-feira, novembro 09, 2006
Estou a ler a Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Anderson ao meu mano (de cinco anos). O livro dormia na estante, quando ele começou a folhear e pediu-me para ler. Estou no capítulo da Oriana e do Peixe. Estava eu a ler o diálogo entre os dois personagens, e o meu irmão atira zangado: "Os peixes não falam". E eu pensei: "Mas ouvem". Às tantas deveria ler-lhe O Sermão de Santo António aos Peixes.
domingo, novembro 05, 2006
A entrevista que a Notícias Magazin (nm) publica hoje com Eurico Reis, juiz-desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa, que foi por dois mandatos presidente da Comissão Profissional dos Jornalistas, é bastante interessante para quem aprecie temas como o jornalismo e a justiça.
Um excerto: "Choca-me haver quem pense que os jornalistas são ingénuos, idiotas ou incapazes a ponto de um qualquer artista de variedades lhes poder dar a volta; haver quem pense que vocês comem toda a papinha que vos derem".
Um excerto: "Choca-me haver quem pense que os jornalistas são ingénuos, idiotas ou incapazes a ponto de um qualquer artista de variedades lhes poder dar a volta; haver quem pense que vocês comem toda a papinha que vos derem".
sábado, novembro 04, 2006
Muda de Vida...
O meu planeta andava insatisfeito e pálido. O verde já parecia incolor. Ao virar de uma qualquer esquina, apercebi-me que estava na altura de remover a maquilhagem e aplicar outra. Isto de andar sempre na mesma não dá com nada, por isso comprei-lhe azul com um bocadinho mais de branco. Ele está mais alegre, e eu mais motivada. Espero que gostem...
quinta-feira, novembro 02, 2006
Maria Anadon & Five Play In a Jazzy way
Para quem gosta de Jazz o quinteto Maria Anadon é uma delícia. A Anadon é portuga, a pianista e baixista japonesas, a baterista americana, e no saxofone uma israelita. Uma miscelânea como eu gosto. Vão estar até dia 5 no casino de Espinho. Hoje vi-as na Fnac. Umas senhoras e pêras. Se quiserem ser um pouquinho mais alegres, ouçam isto de olhos fechados e com o corpo solto....vá lá, até dia 5!
Para quem gosta de Jazz o quinteto Maria Anadon é uma delícia. A Anadon é portuga, a pianista e baixista japonesas, a baterista americana, e no saxofone uma israelita. Uma miscelânea como eu gosto. Vão estar até dia 5 no casino de Espinho. Hoje vi-as na Fnac. Umas senhoras e pêras. Se quiserem ser um pouquinho mais alegres, ouçam isto de olhos fechados e com o corpo solto....vá lá, até dia 5!
terça-feira, outubro 24, 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
Dizem que o Jorge Palma é um vagabundo, que já andou pelos nomeados "maus caminhos". Ainda bem. Se assim não fosse, eu não gostava tanto dele como gosto. Aquele homem acende a paixão que, às vezes, por tropeços do dia se desvanece. Ontem fui vê-lo (à borla ou grátis, como preferirem) no Palácio de Cristal. Talvez a única iniciativa da Câmara que participei. Mas isto é o menos. O mais são as cores que se pintam cá dentro a cada grito maluco que ele, o Palma entoava. Lembro-me dele na minha infância - tive essa sorte. Mas o que me lembro mesmo, naqueles ruídos poéticos embriagados é mesmo de ti, ti, ti, ti, ti,...
sábado, outubro 14, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
sábado, outubro 07, 2006
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