Meia-noite. Champanhe. Uvas-passas. Desejos. Exames. Presentes. Acenos de mão. Medo. Ansiedade. Malas. Peso a mais. Avião. Coragem. Amigos. Inglês. Globo. Canais. Amor. Amizade. Cartas. Escola. Bicicleta. Casas. Kiezel. Água. Postais. Linhas telefónicas. Bélgica. Proper. Filmes. Vinho. Heineken. Sorrisos. Primavera. Calor fresco. Regresso. Dor. Saudade. Alegria. Evolução. Antigo. Neutralidade. Praia. Sol. Gonçalo. Mãe. Pai. Verão. Lembrança. Passado. Confronto. Amigos. Estórias. Gordinha. Santiago. Concretização. Maria José. Sinais. Eu. Deus. Amor. Regresso. Porto. Amesterdão. Medo. Lágrimas. Mulher. Volta. Diferente. Aprendizagem. Alemanha. Internacional. Oportunidades. Decisão. Felicidade. Italianos. Finlandeses. CJ. Público. Razão. Sentimento. Força. Energia. Inteligência. Natal. Calor. Família. Igual. Permanente. Desejo. Esperança. O Vento. Onze e cinquenta e nove.
E agora é só pegar na vassoura e no apanhador e varrer 2004. Limpar, uma vez mais o pó e criar espaço para novas caixas de estórias e aventuras. Que o novo pó seja tão airoso, feliz e puro quanto o antigo foi. Foi dos anos mais felizes da minha vida.
2005
um weblog sobre literatura, viagens, momentos, poesia, sobretudo, sobre a vida. enfim, um weblog com histórias dentro.
segunda-feira, dezembro 27, 2004
quinta-feira, dezembro 23, 2004
quinta-feira, dezembro 16, 2004
My wings are your pillow, where you sleep so tight like an angel falling from heaven! My soul is so sparkling when you are around, when you tied me up against your heart, when we can be one. We dream with eyes open, putting forward our bodies to the sky, where we are so bright, as well as the stars.
sexta-feira, dezembro 10, 2004
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Há sempre dois lados.
Sempre um rio com duas margens, uma ponte com esquerda e direita. Há sempre norte e sul. Se estamos a norte queremos o sul, e se estamos a sul queremos o norte. O vice-versa. O versa-vice. E assim se desenha a saudade, pelo gosto do norte, pelo desejo do sul, pelo pensamento dos dois. Mas somos um, apenas um e desdobrar em dois é, como quase tudo na vida, uma tarefa impossível.
Sempre um rio com duas margens, uma ponte com esquerda e direita. Há sempre norte e sul. Se estamos a norte queremos o sul, e se estamos a sul queremos o norte. O vice-versa. O versa-vice. E assim se desenha a saudade, pelo gosto do norte, pelo desejo do sul, pelo pensamento dos dois. Mas somos um, apenas um e desdobrar em dois é, como quase tudo na vida, uma tarefa impossível.
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Estados de espírito
Por vezes cercada do meu mundo coberto da janela que me separa do mundo real só me apetece gritar. E mais ainda gostava de poder abrir a janela e gritar para o mundo, fazer-me ouvir. Mas não sou mais que uma pena suspensa numa nuvem de algodão a um passo de cair do céu. E de cá debaixo é tão mais intenso o brilho das estrelas. Por isso vale a pena olhar debaixo para cima, porque há sempre uma esperança que sobe.
Subscrever:
Mensagens (Atom)